Survivors’ Club – Vol. 2




📙 HQ: O Clube dos Sobreviventes — Volume 2, de Lauren Beukes, Dale Halvorsen e Ryan Kelly
⚠️ Não recomendado para pessoas sensíveis ou menores de 18 anos. Contém violência gráfica, abuso psicológico, trauma infantil, horror sobrenatural e imagens perturbadoras.
💬 PLOT:
O segundo volume aprofunda o passado e revela que os horrores enfrentados pelos sobreviventes começaram muito antes de 1987 — especialmente no caso de Harvey.
Em um longo flashback, acompanhamos sua infância marcada por medo e negligência, incluindo o convívio forçado com o namorado abusivo da mãe. É nesse período que Harvey passa a conversar com um “amigo imaginário”, que mais tarde se revela como a entidade conhecida como Sr. Vazio — uma presença silenciosa que o acompanha desde a infância.
No presente, Alice aceita um convite de Simon para visitá-lo. Entre memorabilia de filmes de terror e uma aproximação íntima, algo dá errado: Alice entra em pânico e foge, sentindo que algo aconteceu com sua cópia. E aconteceu. Na mansão, Harvey chega à porta acompanhado do Sr. Vazio. A doppelgänger de Alice atende — e é brutalmente assassinada pela entidade. Quando a Alice original retorna, encontra os restos da própria cópia e deixa claro que perdeu qualquer ilusão de controle.
Paralelamente, Chenzira, Kiri e Téo investigam o caso de GeeForce, o youtuber que enlouqueceu após jogar uma prévia de Happy Hero Toast. No hospital psiquiátrico, ele reconhece Chenzira sem nunca tê-la visto, afirma que “o jogo a quer” e insiste que ela precisa ser levada até Akheron. A investigação leva o trio a vídeos perturbadores dos desenvolvedores do jogo — todos aparentemente destruídos pelo processo de criação — e culmina na decisão de invadir a casa de GeeForce em busca de respostas.
⁉️ PQ ESTA HQ:
Indicação do meu amigo ChatGPT.
☠️ MINHA OPINIÃO:
O Volume 2 é mais sombrio e emocionalmente pesado que o anterior. A origem do Sr. Vazio transforma Harvey em um personagem trágico e perturbador, enquanto a revelação envolvendo Alice muda completamente sua posição na história.
A HQ reforça a ideia de que o terror aqui não é apenas externo — ele cresce a partir de feridas antigas, relações abusivas e da incapacidade de romper com o passado. A arte continua sendo um ponto alto, especialmente nas cenas de violência súbita e nos momentos em que o sobrenatural invade o cotidiano sem aviso.
O volume termina com a sensação clara de que o jogo não está apenas observando. Ele já escolheu seus próximos movimentos.
🦋 Recomendo.
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